Estimulação magnética: O que é e para quem é indicada? - Entrevista com Dra. Larissa Borges
- Telix

- 5 de jan.
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Atualizado: 8 de jan.
Cássia: Olá! Uma boa tarde para o pessoal. Queria contar para vocês que hoje vamos conversar sobre estimulação magnética com a doutora Larissa Borges. Larissa, se quiser dar um oi para o pessoal.
Dra. Larissa Borges: Oi gente, tudo bem?
Cássia: Então, gente, a doutora Larissa é médica psiquiatra, formada pela Universidade Potiguar, em Natal, e tem residência médica concluída no Centro Psiquiátrico do Rio de Janeiro. Ela também tem especialização em transtornos alimentares, realizada no Hospital Salpêtrière e no Hospital Mutualiste, em Paris.
Larissa, você poderia contar para a gente um pouco da sua experiência ao longo dos anos e da sua atuação como psiquiatra?
Dra. Larissa Borges: Sim, a residência terminou em 2021, bem no auge da pandemia. Então tive um material muito rico no período pós-pandemia, apesar de ter sido bem pesado, acho que para todo mundo. Tivemos muitos casos de ansiedade, depressão e dores crônicas, tudo muito intensificado nesse período.
Foi uma riqueza de vivências muito grande. Acho que até hoje a gente ainda vive um pouco dessa avalanche do que resultou da pandemia. Mas estamos trabalhando para recuperar-se nisso. Inclusive, conversar hoje sobre a estimulação magnética, sendo uma das possíveis portas para a gente lidar melhor com tudo isso.
Cássia: Sim, a eletroestimulação. Para quem nunca ouviu falar, como a doutora poderia explicar o que é e para que ela é indicada?
Dra. Larissa Borges: Sim, eu acho que ainda não é nada tão conhecido por todo mundo. Vou tentar explicar de uma forma mais clara, um pouco figurada, para facilitar o entendimento.
É como se o cérebro da gente estivesse seguindo um caminho que não está legal, e a gente quisesse direcionar esse cérebro para outro caminho, que aí, sim, seria um caminho melhor. Essa mudança de rota acontece pela intervenção humana, digamos assim, porque a natureza acabou direcionando o cérebro para um estado de adoecimento. E a gente sabe que esse adoecimento é resultado de uma soma de vários fatores.
Então, com a neuromodulação, como o próprio nome diz, nós modulamos a parte neurológica, o sistema nervoso, para que ele passe a seguir um caminho contrário ao caminho do adoecimento.
Existem várias formas de fazer isso, por meio de laser, ultrassom, e uma dessas formas também é através do magnetismo. A eletroestimulação funciona a partir do magnetismo. Utilizamos bobinas, parecidas com as do ultrassom, posicionadas na cabeça e induzem uma corrente magnética. Isso não é percebido como choque, não causa dor, não dá para sentir.
Com isso, conseguimos redirecionar o funcionamento do sistema nervoso para um caminho de recuperação daquilo que estava incomodando aquela pessoa. Deu para ficar claro?
Cássia: Deu, então é uma forma super física, digamos assim, né? Não precisa tomar nada, é algo externo, feito ali na cabeça mesmo, né?
Dra. Larissa Borges: Isso, sim. É o que a gente chama de não invasivo. Você não precisa de cirurgia, não precisa abrir a cabeça nem colocar nenhum implante. É um procedimento muito seguro.
Raramente pode ocorrer algum efeito colateral, como, por exemplo, uma tontura. Mas, ao interromper o procedimento, o efeito colateral cessa e não fica nenhuma consequência.
Cássia: Interessante. E, no caso da enxaqueca, como isso pode ajudar? Você já teve algum paciente que utilizou a estimulação magnética para ajudar em alguma situação, como depressão ou até mesmo a própria enxaqueca?
Dra. Larissa Borges: Sim. A eletroestimulação transcraniana é indicada a partir do momento em que o paciente já utilizou medicamentos, já tentou outras abordagens e nada resolveu. Isso vale para várias doenças.
Por exemplo, na depressão, o paciente já tentou uma medicação, outra, outra, e não teve resposta. Aí a gente parte para a eletroestimulação. Ela nunca é a primeira opção.
Da mesma forma na enxaqueca. O paciente já tentou medicação, já tentou betabloqueador, anticorpo monoclonal, já tentou várias abordagens e não está melhorando, ou teve uma melhora muito pequena. Aí a gente considera a eletroestimulação.
Ela entra como uma tentativa a mais, porque na medicina a gente vai tentando as possibilidades de tratamento.
Cássia: Então depende do caso do paciente certo?
Dra.Larissa Borges: Isso, depende do caso.
Cássia: Por exemplo, eu noto que quando como muito doce fico um pouco mais propensa a ficar tonta, sentir ânsia de vômito e tudo mais. Nesse caso, primeiro eu iria ao médico para ele avaliar, estudar a situação. Eu não posso ir direto solicitar “ah, eu quero fazer estimulação magnética”, né?
Dra. Larissa Borges: Não. A gente parte do princípio de que já tentou tudo e não resolveu. Então, a eletroestimulação é indicada para casos resistentes.
Primeiro, tentamos corrigir a alimentação, o estilo de vida. Depois tentamos medicação. Fazemos exames laboratoriais, avaliamos a questão hormonal, checamos tudo direitinho. E, se mesmo assim nada melhora, aí, sim, partimos para a eletroestimulação. Entendeu?
Cássia: Entendi, entendi. E no caso de você ter comentado que, algumas vezes, pode ocorrer algum efeito e que ele dura só um pouquinho, você poderia explicar um pouco mais sobre outros efeitos colaterais ou reações adversas que podem acontecer?
Dra. Larissa Borges: Sim, as reações geralmente são leves. Pode acontecer um pouquinho de enjoo, tontura, alguma ardência, queimação ou coceira no local onde a bobina é colocada. É uma bobina parecida com a do ultrassom que a gente faz na barriga, ela é posicionada na cabeça.
Então, se a pessoa sente que esquentou um pouquinho, algum ardor ou coceira, a gente afasta a bobina, encerra a sessão, e isso já é suficiente para resolver. São efeitos colaterais bem leves.
Um efeito colateral que seria mais grave, e que é raríssimo de acontecer, eu nunca presenciei nenhum, seria uma crise convulsiva. Mas isso costuma ocorrer em pessoas que já têm epilepsia e não relataram. Por isso, uma das coisas que a gente precisa checar antes é se a pessoa tem epilepsia. Se tiver, não pode fazer eletroestimulação, porque pode desencadear uma crise convulsiva.
Esse seria o efeito mais grave, mas é extremamente raro.
Cássia: No caso, doutora, você comentou sobre pessoas com epilepsia. Existe algum outro histórico importante que o paciente deva considerar? Algo que ele precise já levar para a primeira consulta, caso queira um tratamento para enxaqueca?
Dra. Larissa Borges: Sim. A gente precisa ter o histórico do paciente, saber o que ele toma, quais terapias já fez ao longo da vida, invasivas ou não.
Falando especificamente das contraindicações, que acho que é isso que você está perguntando, existem situações onde o paciente não pode fazer eletroestimulação de jeito nenhum. Pacientes com implantes, por exemplo, implante coclear, não podem fazer eletroestimulação, porque o magnetismo pode deslocar esse implante.
Pacientes com clipes metálicos no cérebro, como clipe de aneurisma, de algum vasinho que sangrou e precisou ser tratado cirurgicamente, também não podem fazer. Como são estruturas metálicas, o campo magnético pode deslocar esses clipes, o que é uma contraindicação importante.
E, como já falamos, pacientes com histórico de epilepsia também não devem realizar eletroestimulação.
Cássia: E além desse histórico mais específico, você também costuma fazer algum exame clínico logo no primeiro momento, quando a pessoa chega com essa demanda de tratar a enxaqueca?
Dra. Larissa Borges: Sim. Apesar de a dor ser um componente subjetivo, que a gente não consegue enxergar diretamente no corpo, não podemos esquecer que existe um corpo físico. Então, antes de pensar em eletroestimulação, a gente precisa verificar se está tudo certo com esse corpo.
Por isso, sempre solicitamos exames antes. Vamos checar tudo direitinho para ver se não tem nada passando batido. A ideia é garantir que está tudo ok antes de iniciar o tratamento com eletroestimulação.
Inclusive, no próprio dia da sessão, antes de realizar o procedimento, a gente confere os sinais vitais. Temperatura, pressão arterial, glicose. Tudo precisa estar certinho antes de começar.
Cássia: Então, para a gente aqui no Telix, uma coisa que valorizamos muito é a seriedade com a teoria científica, com aquilo que realmente precisa ser feito, para não atuar ou passar informações descontextualizadas e sem embasamento comprovado pela ciência.
Por isso, é muito importante para nós ouvir tudo o que você pontuou sobre enxaqueca. Essa atenção ao histórico do paciente e também à observação do estado físico dele no momento da consulta faz toda a diferença.
E aí eu queria perguntar também: depois dessa primeira etapa, como você faz o acompanhamento desse paciente e avalia se o tratamento está funcionando ou não?
Dra. Larissa Borges: O tratamento consiste, em média, em vinte a trinta sessões. Isso pode variar, como tudo na medicina, mas normalmente é esse o padrão. A gente faz uma sessão por dia durante vinte a trinta dias. Depois disso, entramos em um processo de manutenção.
Na fase de manutenção, as sessões deixam de ser diárias. Podem ser dia sim, dia não, ou uma vez por semana. Isso vai depender de cada caso. Essa etapa se chama manutenção.
A avaliação do resultado não acontece apenas pelo relato do paciente, mas também pela clínica. Por exemplo, o paciente antes tinha oito episódios de enxaqueca por mês, crises debilitantes, em que não conseguia abrir os olhos, se alimentar e chegava a vomitar. Depois do tratamento, tem duas crises mensais ou até uma crise por mês, cada vez mais espaçadas.
Então temos o resultado pelo relato do paciente e também por exames de imagem, que vêm evoluindo muito e ajudam bastante na avaliação. A gente consegue observar alterações da atividade cerebral por meio do eletroencefalograma e da ressonância magnética com espectroscopia por emissão de prótons. Hoje já conseguimos visualizar essas modificações cerebrais e neurológicas acontecendo ao nível neuronal após a neuromodulação.
Ou seja, além do relato subjetivo do paciente, também é possível observar essas mudanças de forma física e objetiva.
Cássia: Muito interessante. No caso de haver bons resultados, tanto pelo relato do paciente quanto pelo que vocês conseguem observar fisicamente, digamos assim, posso dizer dessa forma?
Dra.Larissa Borges: Sim, isso.
Cássia: No caso, você já chegou a ver pacientes com enxaqueca que tiveram bons resultados com a estimulação magnética?
Dra. Larissa Borges: Sim. A gente pode não ter uma remissão total, mas vemos, sim, uma redução. Às vezes é necessário manter a fase de manutenção. Não dá para simplesmente encerrar o tratamento e ficar sem a eletroestimulação. Essa é uma das grandes dificuldades. Mas a redução das crises é significativa.
Cássia: E já teve algum caso em que simplesmente não funcionou fazer a estimulação?
Dra. Larissa Borges: Vou te dizer que, nos casos em que não funciona, isso não costuma acontecer tanto com enxaqueca. Vejo mais essa ausência de resposta nos quadros de depressão resistente.
Nos quadros de dor, os pacientes costumam responder, nem que seja com uma porcentagem pequena de melhora. Às vezes melhora 30%, por exemplo. Mas essa ausência de melhora de fato é algo que vemos mais nos casos de depressão.
E existe também uma correlação entre enxaqueca, depressão e ansiedade. A gente não consegue dizer exatamente quem veio primeiro. É algo difícil de determinar.
Cássia: Isso, para mim, foi curioso. Entender que a enxaqueca também é uma demanda para o psiquiatra, porque alguns quadros que o psiquiatra costuma tratar têm tudo a ver justamente com a enxaqueca. Eu não sabia disso.
Dra. Larissa Borges: É como a gente, na saúde mental, costuma ir vasculhando todos os aspectos da vida do paciente. Muitas vezes acabamos encontrando um ambiente causador desse aspecto tão subjetivo. Às vezes a pessoa fica pensando “será que é um tumor cerebral?”, vai ao neurologista, mas acaba se deparando com fatores psicossomáticos formando essa dor.
Cássia: E, no caso da estimulação magnética, ela pode trazer esses benefícios tanto para quem tem enxaqueca quanto para quem tem alguma outra questão de saúde mental ligada à enxaqueca.
Aproveitando esse gancho, eu queria falar para o pessoal que o seu Instagram é recheado de posts na área de psiquiatria. Queria que você falasse o seu @ para quem tiver interesse em visitar e conhecer. Tem vários posts bem esclarecedores.
Dra. Larissa Borges: Claro. No Instagram é @dralarissa.borges. Estou sempre por lá. Podem me mandar direct, que costumo interagir bastante com o pessoal, trazendo temas atuais.
A eletroestimulação ainda não é algo tão presente no nosso dia a dia. Eu gostaria que fosse muito mais. Acho que isso acontece muito por conta do valor, já que no Brasil ainda não encontramos esse tratamento disponível no SUS. Apesar disso, existe uma luta para que ele seja implementado no SUS.
O que o sistema solicita é comprovação de resultados significativos para justificar o investimento. Eles exigem dados robustos para mostrar que vale o dinheiro investido. E eu acho que ainda não existe uma quantidade substancial de dados para convencer o governo nesse sentido.
Por enquanto, isso acaba ficando mais restrito à rede particular, limitando o acesso e também a popularização do tratamento. Consequentemente, menos pessoas conhecem e têm acesso à eletroestimulação.
Cássia: Sim, e o que você acha que é crucial para que esse tipo de tratamento com estimulação magnética tenha sucesso para o paciente? Existe alguma coisa a que ele precise prestar atenção durante o processo, algo que ele não deve deixar de fazer?
Dra. Larissa Borges: A associação com outros tratamentos na psiquiatria é muito comum, principalmente essa parceria com a psicologia. Eu acredito, sim, que isso é fundamental. Ter a terapia como aliada, ter acompanhamento com psicólogo, faz muita diferença.
Além disso, a gente vai investigando outros ambientes da vida do paciente. Às vezes existe um desajuste na vida profissional, familiar ou pessoal, algum aspecto que não está bem encaixado. E aí não adianta, é como um balde furado: a gente enche, mas vaza justamente naquela parte que não está bem.
Então é preciso cuidar de todos esses aspectos. Quando tudo está rodando de forma mais ajustada, o tratamento tem muito mais chance de funcionar bem.
Cássia: Quais profissionais você indica nesse caso? Um psiquiatra, um psicólogo?
Dra. Larissa Borges: Um nutricionista, com certeza. A alimentação influencia muito a nossa saúde. Um educador físico também. Esses profissionais fazem muita diferença e formam um conjunto muito interessante, um combo de saúde mesmo, quando a gente fala em combinar vários tratamentos.
Cássia: Você tem algum trabalho ou artigo publicado para indicar para a gente ler e pesquisar sobre essa combinação de tratamentos? Tanto sobre a abordagem combinada quanto para entendermos melhor, de forma mais aprofundada, a estimulação magnética e os benefícios que ela pode trazer?
Dra. Larissa Borges: Tem alguns artigos que posso deixar disponíveis depois para o pessoal acessar, inclusive algumas revisões sistemáticas. Existe também um artigo recente publicado pela Sociedade Internacional de Enxaqueca, na PubMed, que avalia diferentes tipos de neuromodulação e conclui que a eletroestimulação transcraniana é a que apresenta mais resultados.
É um material bem interessante para leitura, porque traz tanto os aspectos positivos quanto os negativos. Vale muito a pena dar uma olhada depois. Posso deixar esse conteúdo disponível para vocês.
Cássia: E, no caso do Brasil, como você comentou, a estimulação magnética está disponível na rede particular. Você tem uma média de valores para que quem está assistindo tenha uma noção de quanto precisa investir para utilizar esse tipo de tratamento?
Dra. Larissa Borges: Sim. Olha, as sessões são, mais ou menos como falei, de vinte a trinta no início. São vinte a trinta sessões para iniciar o tratamento e, depois disso, a gente entra na fase de manutenção, que pode ser uma sessão por semana, dia sim, dia não, enfim.
Mas, inicialmente, para fazer essas vinte a trinta sessões, o pagamento é por sessão. No Brasil, o valor varia bastante, de cerca de cento e oitenta até novecentos reais por sessão.
Fazendo uma média, digamos em torno de quatrocentos reais por sessão, a gente já ultrapassa os dez mil reais apenas na fase inicial. Então seria um investimento inicial de aproximadamente dez mil reais, ou até mais, sem contar a fase de manutenção.
Realmente é um investimento mais alto. Alguns planos de saúde costumam oferecer cobertura, mas ainda assim é importante o paciente ter essa noção de valor.
Cássia: No caso, para quem já tentou muitas coisas e ainda não tentou a estimulação, você indicaria então? Vale super a pena, né?
Dra. Larissa Borges: Sim, é uma tentativa válida. Não é nada que traga prejuízos ou que seja irreversível do ponto de vista físico. Os efeitos colaterais são poucos. É um tratamento minimamente invasivo e, para quem já tentou muitas coisas em meio a um sofrimento intenso, vale a pena considerar.
Cássia: Para mim ficou super claro que a estimulação magnética é um tratamento que de fato traz resultados, resultados comprovados cientificamente. A gente tem documentação, literatura falando sobre isso, e essa é a proposta do Telix: trazer informação para as pessoas, mas com uma base segura, sustentada por pesquisas e por profissionais, como a doutora Larissa.
Agradeço muito e queria que você dissesse suas palavras finais para a gente, para esse ano de 2026 que está começando agora. O que você gostaria de falar, como psiquiatra e como alguém que tem experiência no tratamento da enxaqueca, para quem está nos assistindo agora?
Dra. Larissa Borges: Sim. Quero falar algo que costumo dizer aos meus pacientes. Aqui não é uma ditadura, é uma conversa, uma troca de ideias. Eu, como profissional de saúde, tenho a obrigação de orientar sobre o que é melhor, mas muitas vezes isso pode não caber na realidade da pessoa. E aí a gente conversa sobre isso, sobre o que é possível ou não é possível.
A gente precisa lembrar que o adoecimento não é culpa nossa, mas é nossa responsabilidade tratar. Existe essa responsabilidade de não permanecer no mesmo lugar de adoecimento. Muitas vezes a pessoa falta ao trabalho, perde amigos, desfaz um relacionamento ótimo devido à dor, da enxaqueca, da depressão que vem com tudo isso.
Então, vamos entrar em 2026 com essa ideia de responsabilidade e usar todos os recursos disponíveis por meio de uma conversa tranquila, para aproveitar as oportunidades que existem. Muitas vezes a gente fica preso pensando que “isso não é para mim”, mas existe saída. Vamos conversar com responsabilidade e tranquilidade, porque juntos a gente consegue enxergar uma luz no fim do túnel.
Cássia: Que assim seja. Agradeço muito, doutora Larissa, sua participação, sua contribuição e o seu tempo aqui conosco. Agradeço ao pessoal que está nos assistindo e a quem vai nos assistir depois, na gravação. Desejo muita saúde para todos neste ano de 2026. Tchau, obrigada pela oportunidade!
Dra.Larissa Borges: Até a próxima! No que precisarem, estou por aqui!



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